quinta-feira, 24 de julho de 2014

EU SOU A UNIVERSAL


EU SOU A UNIVERSAL




                                                                                - Por Vasco Duriense

 

 
Eu nasci com Jesus Cristo,
 O meu poder é total:
A igreja mais antiga.
Eu sou a Universal!
 
Cresci de Pedro a Francisco,
Stou em todas as nações:
Eu sou a Universal!
As outras, imitações.
 
Sou igreja veterana,
Única, independente:
Eu sou a Universal,
Coração da boa gente.
Sou Igreja Universal
Tenho só um Rei no trono,
Jesus Cristo, o fundador...
É Ele o único dono.
 
Não cobro dízimo, não.
Cobro amor no coração
Eu sou a Universal
Tenho um único patrão.
 
Os papas não são os donos
Nem do todo nem de parte
Sou a igreja Universal
Sou a fé, do Engenho a arte.
 
                                                                                 
Coro:
 
 Estou no caminho certo:
Não quero bens nem poder;
Uma coisa só me basta
Nos braços de Deus viver!      
                                                                                Sou fiel à minha Igreja
                                                                                Católica, sem igual,
                                                                                Apostólica romana.
                                                                                Eu sou a Universal.
 

 

 

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Reboliço no Convento


EXPLOSÃO NO CONVENTO
                                    
.. Vasco Duriense


Se existe céu na terra,
Se assim podemos dizer
,
Era naquele convento.
Até Deus lá quis viver!

Eram muitas as cabeças
Mas um só o coração:
Todos por um, um por todos,
Sem repetir a missão
.

Rezavam e trabalhavam,
Também tinham seus recreios;
Cantavam e passeavam
,
Nem pensavam em celeiros.

Basta o pão de cada dia
Para tornar feliz o homem.
Como maná no deserto
,
Nada falta, todos comem.

Tamanha a felicidade,
Envolta em tanta pobreza
,
Que converteu os vizinhos
De brigas, gula e avareza.

Até o mais avarento,
E mais rico do lugar
,
Teve o coração tocado
E também quis ajudar.

Pôs seu dinheiro num saco
E foi levá-lo ao convento
Para a sua salvação
E por fim ao seu tormento.

Nessa noite entre os frades
Nenhum canto mais se ouviu
.
Estavam todos ocupados
Com o que do céu caiu.

E foi tanta a confusão
Que esse dinheiro causou
Que nunca mais no convento
Alegria e paz reinou.


 

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Um recadinho para os que tudo sabem

RECADO AOS NÉSCIOS

 
 
 
Que você é ser mortal...
Se ninguém lhe disse, calma!
Que a morte é única herdeira
De seus bens... menos da alma!
 
Que você não vive só...
Se ninguém disse, atenção!
Olhe o céu... tem muita estrela...
E você tem muito irmão!
 
E acaso ninguém lhe disse
Que, por mais que você visse,
Mais queria fosse seu?!
 
Ninguém lhe disse, ó irmão,
Que justiça é oração?...
Pois, então, digo-lho eu.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Radio catedral 21 anos

 

RADIO CATEDRAL

21 anos no ar
- dueto -
 
1
Ela - Atenção, muita atenção
Pra história que vou contar,
Até vou doar um prémio
Quem primeiro adivinhar
2
Ele - Eu já sei. Olhe comigo
Nesta bola de cristal
São os dez anos de história
Sobre a Rádio Catedral.
3
Ela - Muito bem, ó meu amigo
Vamos então recordar
Tudo nasceu lá bem longe
Em Fátima, aos pés do altar.
4
Ele - Pois já sei que aconteceu
Nos idos de oitenta e sete
O Padre Abilio rezava
Quando uma voz se intromete
5
Ela – Isso mesmo estás bem certo
       Era a Senhora pedindo
       Para o Rio de Janeiro
       Um presente muito lindo
6
Ele – Muito lindo e muito prático
       Pro povo evangelizar
       Era a Rádio Catedral
       Que há dez anos está no ar.
7
Ela – Era um presente dificil
      Mas surgiu uma concessão
      Pediam tanto dinheiro
      Que ninguém lhe punha a mão.
8
Ele – Não desistiu o Adolfinho.
      Procurando mais barato
      Encontrou a Tropical
      Com excelente contrato.
9
Ela – Sim. Era um milhão de dólares
      Mas a prestação amena.
      Logo alguém gritou mais alto:
      Isso é coisa de cinema      
10
Ele.  Mas a Senhora de Fátima
Aos ouvidos assoprou:
Batam em todas as portas,
O Reino de Deus chegou.
11
Ela – E as formiguinas da rádio
Em campanha sem igual
Em pouco mais de um ano
Montaram a Catedral.
12
Ele – Oito do mês de dezembro
Do ano noventa e dois
Deu-se a inauguração
Nada restou pra depois.
13
Ela – Era “o som da esperança”,
“Preparando a eucaristia”,
O “vox populi” do Sérgio
E a “prece da Avé Maria”.
14
Ele – “Quinze minutos” com Sueli
E o “terço em comunidade”.
Era a “oração da noite”
      E o “expresso da saudade”.
15
Ela – E as “caravanas da Esperança”,
Também grandes festivais
Que lotavam os salões
Até não caberem mais.
16
Ele - Eram discos em lançamento
      Do Francisco e da Gislene.
      Eram conversões em massa
      Desta audiência perene.
17
Ela - Em todo Estado do Rio
Havia amigos leais...
      Eram vinte e cinco mil
      Sendo hoje muito mais.
18
Ele – E assim passaram dez anos
       Na maior empulgação
       Muitas almas se salvaram
       E hoje rendem gratidão.
 19
Ela - Por isso aqui reunidos
      Elevamos nossas preces:
      Deus te proteja e abençoe,
      Nossas palmas bem mereces.
20
Ambos - Esta história singela
    Que acabamos de contar
É de todas a mais bela
       Das rádios que estão no ar.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Mons. Vital Cavalcanti


ECCE  HOMO

Monsenhor Vital Cavalcanti,
Poeta da meditação,
Tirou coisas novas e velhas
Do baú do seu coração!

       Em cada verso um sentimento:
      Puro ... quanto a sua alma nobre;
    Transparente... e alheio às críticas;
    Desprendido ... homem rico e pobre!

Coube a mim, pobre caçador
Dos tesouros mais escondidos,
Desenterrá-los e fazê-los
    Acessíveis a mais ouvidos!

Saboreia, leitor, repassa,
Verso a verso, miolo e contexto;
Verás em tudo o bem das almas,
Pois seu verso
é mero pretexto!

Monsenhor, bom e velho amigo,
De poetar não pare mais.
     Versos velhos, ou versos novos,
   São diva herança de imortais!

Abílio Soares de Vasconcelos