ECCE HOMO
Monsenhor
Vital Cavalcanti,
Poeta da meditação,
Tirou coisas novas e velhas
Do baú do seu coração!
Poeta da meditação,
Tirou coisas novas e velhas
Do baú do seu coração!
Em cada verso um sentimento:
Puro ... quanto a sua alma nobre;
Transparente... e alheio às críticas;
Desprendido ... homem rico e pobre!
Coube a
mim, pobre caçador
Dos tesouros mais escondidos,
Desenterrá-los e fazê-los
Acessíveis a mais ouvidos! Dos tesouros mais escondidos,
Desenterrá-los e fazê-los
Saboreia,
leitor, repassa,
Verso a verso, miolo e contexto;
Verás em tudo o bem das almas,
Pois seu verso é mero pretexto!
Verso a verso, miolo e contexto;
Verás em tudo o bem das almas,
Pois seu verso é mero pretexto!
Monsenhor,
bom e velho amigo,
De poetar não pare mais.
Versos
velhos, ou versos novos, De poetar não pare mais.
São diva herança de imortais!
Abílio Soares de Vasconcelos
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